As ruas de uma cidade podem ser como uma floresta labirintica. Por elas caminham esperanças e em cada cruzamento, cada esquina, espreitam o que pode ser. Mais: espreitam o que poderia ter sido.
Caminhemos.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Os Olhares dos Viajantes
O que desejam os viajantes que percorreram essas terras brasileiras durante séculos? Quiseram conhecer, explorar, propagandear, ajudar a conquistar e dominar? Tudo isso e um pouco mais. Eles nos permitem perceber diversas maneiras de ver o mundo e a si mesmo.
Ora, ver o outro é ver-se a si mesmo, é buscar a identidade.
Ora, ver o outro é ver-se a si mesmo, é buscar a identidade.
Olhar do Viajante
Viajar.
Viajar é uma necessidade. Mesmo que você não saia do lugar. Mas saia de si mesmo para percorrer lugares diferentes. Ora, para percorrer lugares e tempos diferentes.
Viajar.
Como um flanêur pelas ruas, viajar.
A metafora do viajante como aquele que deseja compreender seu próprio espaço e tempo. Afastar-se de si mesmo é uma necessidade, muitas vezes, para poder enxergar com mais clareza.
Um flanêur percorre a cidade em busca de algo. Pisa sobre as ruínas, sobre os cacos, sobre os restos deixados no tempo.
Viajar não é preciso e viver nada tem de preciso.
Viajar é uma necessidade. Mesmo que você não saia do lugar. Mas saia de si mesmo para percorrer lugares diferentes. Ora, para percorrer lugares e tempos diferentes.
Viajar.
Como um flanêur pelas ruas, viajar.
A metafora do viajante como aquele que deseja compreender seu próprio espaço e tempo. Afastar-se de si mesmo é uma necessidade, muitas vezes, para poder enxergar com mais clareza.
Um flanêur percorre a cidade em busca de algo. Pisa sobre as ruínas, sobre os cacos, sobre os restos deixados no tempo.
Viajar não é preciso e viver nada tem de preciso.
domingo, 10 de outubro de 2010
Voltemos...
Enfim. Devemos voltar a escrever... silenciosamente escrever o mundo.
Enfim. Precisamos prestar atenção às transformações, às transições tortuosas pelas quais passamos.
Nesse momento de descrença com relação às práticas políticas institucionais, é preciso ter esperança, sim.
Apesar de todos os candidatos não demonstrarem - pelo menos para mim - perspectivas mais solidárias do aquelas que existam, é preciso pesar o que é pior para nós.
Talvez o voto nulo pudesse prevalecer e mostrar o desagrado geral quanto as práticas existentes. Mas ... vivemos em uma sociedade paternalista, patrimonialista e clientelista. Somos alvos constantes dos apegos às benesses estatais. E infelizmente ainda precisamos de um Estado para contrabalançar interesses predatórios do capitalismo. [como isso se tornou um ente in/visível?]
Esperanças.
Enfim. Precisamos prestar atenção às transformações, às transições tortuosas pelas quais passamos.
Nesse momento de descrença com relação às práticas políticas institucionais, é preciso ter esperança, sim.
Apesar de todos os candidatos não demonstrarem - pelo menos para mim - perspectivas mais solidárias do aquelas que existam, é preciso pesar o que é pior para nós.
Talvez o voto nulo pudesse prevalecer e mostrar o desagrado geral quanto as práticas existentes. Mas ... vivemos em uma sociedade paternalista, patrimonialista e clientelista. Somos alvos constantes dos apegos às benesses estatais. E infelizmente ainda precisamos de um Estado para contrabalançar interesses predatórios do capitalismo. [como isso se tornou um ente in/visível?]
Esperanças.
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