Falhamos neste ano!
Por que?
Registramos nossas memórias? Registramos nossos sabores,mesmo amargos? Abraçamos quem deveríamos abraçar? Dissemos o que precisavamos dizer?
E outras perguntas...
Falhamos, sim. Mas não podemos nos considerar derrotados.
Caminhemos sob os ventos que nos tangem o rosto, o dorso, os olhos, a memória, a vida.
Caminhemos sob as luzes empalidecidas do Sol.
Caminhemos cada vez mais em busca da esperança.
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Flanêur
As ruas de uma cidade podem ser como uma floresta labirintica. Por elas caminham esperanças e em cada cruzamento, cada esquina, espreitam o que pode ser. Mais: espreitam o que poderia ter sido.
Caminhemos.
Caminhemos.
sábado, 16 de outubro de 2010
Os Olhares dos Viajantes
O que desejam os viajantes que percorreram essas terras brasileiras durante séculos? Quiseram conhecer, explorar, propagandear, ajudar a conquistar e dominar? Tudo isso e um pouco mais. Eles nos permitem perceber diversas maneiras de ver o mundo e a si mesmo.
Ora, ver o outro é ver-se a si mesmo, é buscar a identidade.
Ora, ver o outro é ver-se a si mesmo, é buscar a identidade.
Olhar do Viajante
Viajar.
Viajar é uma necessidade. Mesmo que você não saia do lugar. Mas saia de si mesmo para percorrer lugares diferentes. Ora, para percorrer lugares e tempos diferentes.
Viajar.
Como um flanêur pelas ruas, viajar.
A metafora do viajante como aquele que deseja compreender seu próprio espaço e tempo. Afastar-se de si mesmo é uma necessidade, muitas vezes, para poder enxergar com mais clareza.
Um flanêur percorre a cidade em busca de algo. Pisa sobre as ruínas, sobre os cacos, sobre os restos deixados no tempo.
Viajar não é preciso e viver nada tem de preciso.
Viajar é uma necessidade. Mesmo que você não saia do lugar. Mas saia de si mesmo para percorrer lugares diferentes. Ora, para percorrer lugares e tempos diferentes.
Viajar.
Como um flanêur pelas ruas, viajar.
A metafora do viajante como aquele que deseja compreender seu próprio espaço e tempo. Afastar-se de si mesmo é uma necessidade, muitas vezes, para poder enxergar com mais clareza.
Um flanêur percorre a cidade em busca de algo. Pisa sobre as ruínas, sobre os cacos, sobre os restos deixados no tempo.
Viajar não é preciso e viver nada tem de preciso.
domingo, 10 de outubro de 2010
Voltemos...
Enfim. Devemos voltar a escrever... silenciosamente escrever o mundo.
Enfim. Precisamos prestar atenção às transformações, às transições tortuosas pelas quais passamos.
Nesse momento de descrença com relação às práticas políticas institucionais, é preciso ter esperança, sim.
Apesar de todos os candidatos não demonstrarem - pelo menos para mim - perspectivas mais solidárias do aquelas que existam, é preciso pesar o que é pior para nós.
Talvez o voto nulo pudesse prevalecer e mostrar o desagrado geral quanto as práticas existentes. Mas ... vivemos em uma sociedade paternalista, patrimonialista e clientelista. Somos alvos constantes dos apegos às benesses estatais. E infelizmente ainda precisamos de um Estado para contrabalançar interesses predatórios do capitalismo. [como isso se tornou um ente in/visível?]
Esperanças.
Enfim. Precisamos prestar atenção às transformações, às transições tortuosas pelas quais passamos.
Nesse momento de descrença com relação às práticas políticas institucionais, é preciso ter esperança, sim.
Apesar de todos os candidatos não demonstrarem - pelo menos para mim - perspectivas mais solidárias do aquelas que existam, é preciso pesar o que é pior para nós.
Talvez o voto nulo pudesse prevalecer e mostrar o desagrado geral quanto as práticas existentes. Mas ... vivemos em uma sociedade paternalista, patrimonialista e clientelista. Somos alvos constantes dos apegos às benesses estatais. E infelizmente ainda precisamos de um Estado para contrabalançar interesses predatórios do capitalismo. [como isso se tornou um ente in/visível?]
Esperanças.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Sete Segundos - Youssou N'Dour e Neneh Cherry
Assistam...
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.dailymotion.com%2Fvideo%2Fxl76h_youssou-n-dour-seven-seconds_music&h=a2c2bX03aTFq5VxupdtPT_4tB8w
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Humanos ...
Sou humano. ... Pelo menos tento ser...
Mas sou
com erros
com nervosismo
com atitudes intempestivas e sem pensar
Sim, como vários ...
humanos.
Mas tentemos ser mais humanos e menos homo sapiens sapiens.
Sou tentativa.
Sou erro.
Serei...
E mais uma vez tentarei.
Mas sou
com erros
com nervosismo
com atitudes intempestivas e sem pensar
Sim, como vários ...
humanos.
Mas tentemos ser mais humanos e menos homo sapiens sapiens.
Sou tentativa.
Sou erro.
Serei...
E mais uma vez tentarei.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A hsitória é a história que não contamos
Quantas vezes deixamos de falar? Quantas vezes deixamos de lado o silêncio?
Em tempos conturbados o silêncio é apenas um vazio. Já que há tantos espaços, tantas vozes a ocupá-los, que produziu-se vazios enormes entre o que acontece e o que se ouve.
Não passamos pelas ruas sem deixar-nos engolir por tudo isso.
Não passamos sem perder nossas insígnias pelas sarjetas sujas; sem perder nossas pequenas e fendidas ilusões.
Não há espaço que não seja o espaço vazio. Aquele no qual não contamos a história e sim a esquecemos.
Em tempos conturbados o silêncio é apenas um vazio. Já que há tantos espaços, tantas vozes a ocupá-los, que produziu-se vazios enormes entre o que acontece e o que se ouve.
Não passamos pelas ruas sem deixar-nos engolir por tudo isso.
Não passamos sem perder nossas insígnias pelas sarjetas sujas; sem perder nossas pequenas e fendidas ilusões.
Não há espaço que não seja o espaço vazio. Aquele no qual não contamos a história e sim a esquecemos.
sábado, 13 de março de 2010
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